Mostrando postagens com marcador Educacao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educacao. Mostrar todas as postagens


Soletrando (também chamado de Campeonato Nacional de Soletração) é um concurso brasileiro de soletração realizado anualmente pelo programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo, com alunos da Rede Pública de Ensino de todo país. As eliminatórias foram realizadas internamente em todos os estados do Brasil, sendo que cada estado elegeu um participante para o participar do programa. O prêmio para o vencedor é de R$100 mil, para ser investido na formação educacional do vencedor. O programa teve como jurados o professor de Língua Portuguesa Sérgio Nogueira (em todas as edições), o músico e escritor Tony Bellotto (na primeira edição, em 2007), o rapper e escritor Gabriel o Pensador (na segunda edição, em 2008), a cantora Sandy (na terceira edição, em 2009) e a escritora e jornalista Thalita Rebouças (na quarta edição, em 2010).

Fonte:  http://pt.wikipedia.org



Caso o jogo não funcione no blog clique no link abaixo :
  http://caldeiraodohuck.globo.com/Caldeirao/upload/soletrando.html

Fonte: http://caldeiraodohuck.globo.com






Escrever bem é pensar em primeiro lugar no leitor. E pensar no leitor é, fazer a escolha certa das palavras. Falamos de léxico – primeira componente a ter em conta.
Escrever bem não significa escrever de uma forma sofisticada, usando o que vulgarmente se chama de palavras “caras”. Quem escreve de forma complicada e difícil não comunica, mas antes isola, exclui, discrimina; está tão-só a pensar em si e não em quem lê.
Palavras difíceis e pouco conhecidas travam o fluir da leitura, atrasam a compreensão. São como um tropeçar em arame farpado numa planície verdejante.
Palavras comuns, pelo contrário, são reconhecidas instantaneamente pelo leitor, tornando a leitura bastante mais fácil, logo, um prazer. No fundo, é o leitor sentir-se “em casa”, encontrando no texto um bom “anfitrião”!
Escolher bem as palavras é, portanto, o primeiro passo para o sucesso de um bom texto.


Ponto segundo. Escrever bem é também respeitar a memória do leitor. Ora, aqui falamos de sintaxe, que é a componente da gramática que se ocupa da combinação das palavras na frase. Pois bem, essa combinação tem de ser (quase) perfeita, pelo que se impõe um limite no número de elementos a articular.
Quem lê quer perder o menor tempo possível a compreender o que lê. Quer evitar voltar atrás vezes sem conta, quer ler com prazer e sem muito esforço.
Frases demasiado longas dificultam a compreensão, por isso, as frases devem ser curtas para serem memorizadas logo na primeira leitura.
Intercalações intermináveis e intercalações dentro de intercalações são também um tropeço à compreensão. No meio desse labirinto de palavras, o leitor pode conseguir encontrar o sujeito, mas fica a dar voltas e voltas para saber onde está o predicado!
Articular bem as palavras é, portanto, o segundo passo para o sucesso de um bom texto.


Ponto terceiro. Escrever bem é também fazer bom uso da pontuação. A pontuação é o tempero do texto, mas mal usada, pode ser um autêntico dissabor. Quando o leitor tropeça num sem-número de vírgulas, parênteses e travessões, acaba por perder o fio condutor da leitura.
E vírgulas a menos também podem ser um problema. Podem alterar de forma drástica o sentido de uma frase.
Se não colocarmos vírgulas na frase ”O marido da Ana que trabalha em Coimbra chega hoje”, ficamos a pensar que a Ana tem mais do que um marido. Dois pequenos sinais responsáveis pela incorreção da frase.
Pontuar bem o texto é, portanto, o terceiro passo para o sucesso de uma boa redacção.


Ponto quarto. Finalmente, o estilo. O estilo é a maquilhagem do texto, que se quer bela, mas bastante suave!
Os bem conhecidos elo de ligação, há anos atrás, encarar de frente são alguns exemplos de redundâncias que se devem evitar. Ideias repetidas não trazem nada de novo e aborrecem o leitor.
O excesso de estrangeirismos é também uma “praga” a combater.
Bem sei que existe um certo encanto em dizer spa em vez de termas, resort em vez de estância, feedback em vez de retorno, mas a leitura tem de ser confortável e não uma corrida de obstáculos. Por isso, devem usar-se termos estrangeiros apenas quando não existe expressão correspondente em português.
Adornar o texto de forma equilibrada é, portanto, o quarto passo para o sucesso de uma boa redação.


Em suma, escrever bem é saber articular de forma sábia as várias componentes da gramática: escolher bem as palavras, combiná-las o melhor possível e, por fim, colocar adornos estilísticos quanto baste.
E termino com o pressuposto base deste texto: quem escreve tem de colocar o interesse do leitor acima de tudo. Do mesmo modo que um pintor não pinta para si próprio, quem escreve também não deve escrever pensando em si, mas tão-só em quem lê.


wilson Quadros








Game da Reforma Ortográfica
Apresentar as novas regras da escrita de uma maneira lúdica. Esse foi o ponto de partida para a produção de um game interativo e gratuito sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com abrangência em oito países lusófonos e vigente no Brasil desde o dia 1º de janeiro de 2009, e que busca a unificação da quinta língua mais falada no planeta. 


Professores e alunos da rede pública de ensino, assim como todos os internautas podem acessar o game, produzido por meio de uma parceria entre o Canal do Livro e a FMU – SP (Faculdades Metropolitanas Unidas), baseado na publicação Guia da Reforma Ortográfica, idealizada pela FMU e pelo Museu da Língua Portuguesa. Todo o conteúdo teve a chancela do professor Ataliba T. de Castilho, especialista em Língua Portuguesa.


As regras
O desafio do jogo é levar o peão até o final do tabuleiro. Para cada casa que se avança, surge uma nova pergunta sobre as mudanças ortográficas. Ao todo, são 50 questões e 25 casas a serem percorridas. Se o jogador errar a pergunta, tem a chance de respondê-la novamente. Experimente:


 Clique aqui para jogar

Wilson quadros

 Academia Brasileira de Letras lançou em setembro um vocabulário com 6.000 palavras novas que estavam em uso, mas não eram oficiais. A expressão "deletar um arquivo de computador" não é mais jargão de quem lida com informática, embora já existisse o verbo delir. O termo passa a ser aceito como uma palavra da língua portuguesa escrita no Brasil.
.Deletar faz parte das novas palavras incluídas na recente edição do "Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa", que foi lançada pela Academia Brasileira de Letras (ABL). Além de reconhecidas, as novas palavras passam a ter uma grafia oficial definida. Agora é possível "deletar um arquivo", "assistir a uma teleconferência" e até "tomar suco de acerola" - fruta hoje comum no mercado, mas rara nos dicionários..
Também foram incluídos outros termos da informática. Eles se somam às 400 mil palavras catalogadas na primeira edição do vocabulário, de 1943. Diferentemente de um dicionário, que se preocupa em explicar o significado de uma palavra, um vocabulário apenas lista as palavras. 
Seu objetivo é consolidar a grafia delas (o modo como são escritas), classificá-las segundo o gênero (masculino ou feminino) e categoria morfológica (substantivo, adjetivo, etc.). É também um instrumento normatizador oficial, por ter sido feito pela Academia.

- STRESS À BRASILEIRA 
............Antigamente falava-se em estafa. Hoje temos a palavra inglesa stress que, porém, já está abrasileirada (ou aportuguesada, se preferirem). Quem quiser ficar estressado agora, sinta-se à vontade.

Wilson quadros