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O presidente Barack Obama sancionou nesta quarta-feira a lei que revoga a proibição de gays assumidos servirem nas Forças Armadas dos Estados Unidos. Em um discurso muito ovacionado antes da assinatura, Obama agradeceu diversas vezes a todos os envolvidos na derrubada ao veto que vigorava há 17 anos e disse que ter gays entre os militares vai fortalecer a Segurança nacional.
"Eu estou muito feliz. Este é um dia muito feliz. Eu quero agradecer a todos vocês, especialmente às pessoas neste palco. Cada um de vocês trabalhou tão duro nisto", disse Obama, que gaguejou de início. 
Diante de uma plateia de militares, o presidente lembrou a história de um militar americano que, há 66 anos, durante a Segunda Guerra, foi salvo por um colega na Europa. Anos depois, eles decidiram se reencontrar e ele descobriu que devia sua vida a um homem gay. "Ele não tinha ideia e francamente não ligava. Ele sabia que só estava vivo e só voltara para cuidar de sua família por causa do amigo", disse Obama.
O presidente afirmou ainda que diminuir um militar por sua sexualidade é como diminuir por questões de religião, raça ou crença --todas essas vetadas nas Forças Armadas dos EUA.
"Esta manhã eu estou orgulhoso em assinar a lei que vai acabar com o Não pergunte, não conte", afirmou. "Esta lei [...] vai fortalecer nossa segurança nacional. Milhares de pessoas foram obrigadas a deixar as Forças Armadas, não importa sua competência ou bravura, por sua sexualidade. Nenhum mais será obrigado a viver uma mentira, olhar por trás dos seus ombros".
Obama garantiu ainda que a lei, agora sancionada, será aplicada de maneira rápida em todo o país. "Nós não vamos arrastar nossos pés nisso". 
 




O imperador Otávius,
No comando da Rodomar,
Uma empresa gigantesca
De propriedade familiar
Se envolveu em corrupções
Desviando US$ 13 milhões
Para se beneficiar

De transporte fluvial
era a especialização
Este dinheiro deveria
Ter financiado a construção
De pelo menos treze balsas
Pra não se tornar escassa
O transporte na região.

Do BNDS veio a grana
Mas foi logo desviada,
Não construíram o estaleiro
E foi toda saqueada.
E toda essa grana preta
Ou foi jogada na sarjeta
Ou tá no Banco guardada.


Barbalhius, O Mohamed Soharto,
Um senador /senador poderoso
E de riqueza um homem farto
Pós graduado em corrupção
Com doutorado em manipulação
Em atividade desde o parto.

O líder do PMDB
No Estado do Pará
Acusado pelo Senado
De mandar desapropriar
Um garimpo promissor
Deixando muito trabalhador
Sem o direito de se alimentar.

“O garimpo Castelo dos Sonhos”
Quando Barbalhius governador
Foi desapropriado com violência
Com as ordens de um ditador.
E foi pancada pra todos os lados
Afastando os pobres coitados
Com as costelas em dor.


Barbalhius se beneficiando
De recursos desviados
Por homem de sua confiança
Muito bem pesquisado.
Por intermédio da Sudam
E do Banco do Estado do Pará.
Encheu o bolso de grana
Que uma dinamite de uma banana
Não dá conta de estourar.


Foi acusado, ainda,
De ter se beneficiado
De licitações fraudulentas
Com um pequeno empresário
Sendo ele mesmo
O próprio beneficiário.

A estratégia do senador
Parece estar expirando
O grupo por ele montado
Um esquema bem organizado
Parece estar naufragando.

. O súdito FROTA,
Deputado estadual,
Sendo o coordenador,
Por escolha ocasional
De superintendente da SUDAM
Pra comandar o clã
De desvio de capital.


Frota e outros são acusados,
Inclusive com provas materiais,
De cobrar um pedágio
Por projetos aprovados
E dividir com os demais

Mais o pobre coitado
Era apenas o capataz
O gerente da empreitada
Comandava a rapaziada
E só empurrava por trás.


Arthur Tourinius,
Também ex superintendente
Obedecia a barbalhius
Que até tremia os dentes,
Centralizava os fiscais
Com presentinhos normais
Que pareiam dormentes.

Tem mais gente no esquema,
“Como um primo favorito”
Toda a grana desviada
É lendária como um mito.
Ou um grito para rimar,
Nem que seja no inferno
Essa turma vai pagar.


wilson Quadros



Chega o politiqueiro


Na casa do cidadão:

_ Bom dia, meu amigo
   É uma grande satisfação,


   O compadre tem candidato
   Pra votar nessa eleição?


  Diz o pobre coitado: 




_ Ó mulher, traz um cafezinho
    Com um pedaço de pão.
    Resmunga um dos filhos:
 _ Esse aí é meu,
    Não leva pra ele não.


Cochicha a mulher:
 _ Esse peste só aparece
    Em tempo de votação
    Chega aqui de jumento
     Mas volta de avião!

 O político:

_ Como vai a lavoura?
    Se intromete a mulher:
 _ Vai de mal a pior,
    Deu uma seca danada
    Que até cavalo na bunda sua,
    O milho virou pipoca.
   A mandioca se come crua.

 E do marido, a macaxeira é o que restou
 Mesmo assim a pobre coitada
 Vez ou outra fracassou. 
 Ta vendo essa meninada
 Foi vizinho que ajudou
 E aqui nos come
 O pão que o diabo amassou.

Interfere o doutor:

_ Por que tanto desespero
  Se eu sou a solução.
  Se votarem em mim,
  Faço chover no sertão,

 _ Faço nevar no Piauí 
  Pra melhorar esse calorão
 Vou reflorestar a Amazônia
 Que tem do mundo o pulmão.
 Vou lhe dar uma fazenda, 
 Com uma dúzia de garanhão.
  Com duzentas vacas nelore 
 Pra fazer a reprodução.

Faço até Satanás
 Pedir a Cristo perdão.

Diz o analfabeto:
 _esse cabra é bom
É nele que vou votar, 
É um bom mentiroso,
Mas sabe bem papear,
Deve enganar Jesus Cristo
Buda e até Alá,
Esse peste mentiroso
Sem um pingo de amor fraterno
Que o DIABO o carregue
Lá pros quintos dos infernos.